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Vacina contra a gripe será liberada para a população a partir de segunda-feira

A medida segue orientação do Ministério da Saúde (MS). No entanto, não haverá envio de novas doses de vacina aos estados. As doses utilizadas serão as que restaram da Campanha de vacinação

c453e69dfa80db8e9e1f9af0736fc876.jpg Foto: Arquivo Jornal de Pomerode

A Campanha de Vacinação contra a Gripe, que era exclusiva para os grupos prioritários, foi encerrada nesta sexta feira, 31 de maio. Porém, como sobraram doses da vacina, a partir de segunda, dia 03, toda a população catarinense poderá procurar as unidades de saúde nos municípios que ainda possuem doses disponíveis para tomar a vacina contra a doença. A medida segue orientação do Ministério da Saúde (MS). No entanto, não haverá envio de novas doses de vacina aos estados. As doses utilizadas serão as que restaram da Campanha de vacinação.

 

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Pomerode está encerrando a Campanha de Vacinação contra a Gripe com 76,87% de cobertura vacinal dos grupos de risco, número que fica abaixo da meta estipulada pelo Ministério da Saúde, que é de 90% dos integrantes dos grupos prioritários, já citados em reportagens anteriores. Este é o segundo ano consecutivo que a cidade não alcança os 90% de cobertura, já que, em 2018, 80,64% da população de risco recebeu a imunização durante a campanha.

Porém, com a abertura da Campanha para o restante da população, quem fizer parte dos grupos de risco deve procurar a vacina o quanto antes, pois não haverá reposição de doses após o término destas. A vacina pode ser encontrada em todas as Estratégias de Saúde da Família de Pomerode.

Já em Santa Catarina, a cobertura vacinal entre os grupos prioritários está em 77,71%. A meta estabelecida pela Ministério de Saúde é de vacinar, pelo menos, 90% dessa população formada por: gestantes, mães até 45 dias após o parto, crianças entre 6 meses a menores de 6 anos, idosos com mais de 60 anos, indígenas, professores da rede pública e privada, trabalhadores de saúde, pessoas com comorbidades, funcionários do sistema prisional, população privada de liberdade e profissionais das forças de segurança e salvamento.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), pois essas pessoas têm mais chances de ter complicações e até morrer em decorrência da gripe.

De acordo com a gerente de imunização da Dive/SC, vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde Santa Catarina, Lia Quaresma Coimbra, por isso a importância de alcançar a meta de 90% entre o público-alvo. “Os casos de gripe, na maior parte das vezes, são leves e se resolvem sem sequelas, mas nos grupos prioritários o caso pode complicar, gerar outras doenças e até mesmo levar a morte. Isso nos preocupa”, esclarece a gerente.



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