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União familiar em prol da sociedade

Filho se inspira em trabalho do pai no Corpo de Bombeiros Voluntários de Pomerode e atua junto com o mesmo na corporação

35577c4788383cbf96e32827515485b6.jpg Foto: Arquivo Jornal de Pomerode

Servir à sociedade ao lado do pai. Ademir, 60 anos, e Marcos Krahn, de 39, dividem parte de suas rotinas, no Corpo de Bombeiros Voluntários de Pomerode, onde ajudar a população é uma motivação de pai e filho para atuar em conjunto na corporação. 

 

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O pai é sócio-fundador dos Bombeiros Voluntários e já está atuando há mais de 24 anos. Quando era mais novo, o filho sempre acompanhou o trabalho do pai, desde o começo, quando começou a atuar como bombeiro. Por ser menor de idade, não integrou ao quadro da corporação, vindo a ingressar nos bombeiros em meados de 1999, aos 18 anos. Antes disso, em meados de 1997, ajudava a atender as ligações telefônicas encaminhadas ao efetivo, em situações de ocorrências.

Por conta das diferentes rotinas, é difícil ver os dois trabalhando simultaneamente, mas, já atenderam e fizeram inúmeros plantões juntos. A relação dentro da corporação é de extremo respeito, igualmente, como o tratamento que possuem em casa, com uma relação mútua de confiança e afetividade.

 

(Foto: Arquivo pessoal)

De acordo com o filho, estar nos bombeiros, atuando com o pai, une laços familiares. “Eu fui influenciado pelo meu pai a participar, foi uma coisa natural. Eu acompanhava o trabalho dele e gostava do que via. Para mim, é muito gratificante poder participar da corporação, ajudar a comunidade e ter uma pessoa que é da minha família atuando comigo, sendo que, somos os únicos pai e filho atuando nos bombeiros”, comenta.

A família fica orgulhosa com a atuação dos dois na corporação, porém, em virtude do tempo dedicado ao serviço voluntário, o contato em âmbito familiar fica um pouco restrito. 

“Eles sempre ficam orgulhosos quando acabam vendo uma foto nossa no jornal ou um serviço que prestamos em prol da comunidade. Mas, é claro que isso tem um preço, pois o tempo acaba ficando curto e a gente não aproveita, da maneira como queríamos, a nossa família. Mas, faz parte e o que importa é que todos eles sabem o quanto é importante o nosso trabalho para a comunidade pomerodense”, explica.

 

A história do pai

Poder ajudar a quem necessita. Essa sempre foi a motivação de Ademir Krahn. O voluntário atua como socorrista desde os primeiros anos de atuação da entidade, em Pomerode, e acompanhou toda a evolução do grupo, ao longo dos anos.

Na época em que começaram as movimentações para a criação dos bombeiros voluntários, em 1996, Krahn trabalhava na Netzsch do Brasil e um colega, que depois seria sub-comandante, foi quem trouxe e apresentou a ideia na empresa.

O bombeiro voluntário começou como motorista do caminhão de combate a incêndios. Nos primeiros anos, o bombeiro voluntário cumpria, uma vez por semana, as suas 12 horas de plantão no período da noite, já que trabalhava durante o dia. Seu horário começava às 18h e seguia até às 06h do dia seguinte.

 

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