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Uma relação de amizade e amor ao esporte

Para alguns, herói; para outros, vilão. Para outros tantos, uma figura carismática, que merece todo o nosso respeito. Não importam os adjetivos, o fato é que, na maioria das famílias, a figura do sogro é bastante emblemática. Tanto que o dia 10 de março marca o Dia do Sogro.

9659c18ab473782fd15cda514161d007.jpeg Foto: -Sogro e genro correm juntos, em busca de bons resultadosDivulgação

Para alguns, herói; para outros, vilão. Para outros tantos, uma figura carismática, que merece todo o nosso respeito. Não importam os adjetivos, o fato é que, na maioria das famílias, a figura do sogro é bastante emblemática. Tanto que, no Brasil, o dia 10 de março é a data que marca, anualmente, o Dia do Sogro.

 

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Embora não se tenha ideia da origem da comemoração, grande parte dos calendários marca este dia como uma homenagem a uma pessoa que não tem um nível de parentesco consanguíneo e que se torna parte da família.

E dentro do esporte, há muitos casos em que genros ou noras estão interligados com seus sogros. É o caso do agente comunitário de Saúde, Thomas Fischer Fontes, de 22 anos, que pratica corridas juntamente com o pai de sua noiva Tainá, o empresário Ailton Florão, de 38 anos.

Como forma de homenagear todos os sogros e contar um pouco desta ligação, pelo esporte, conversamos com Fontes, que nos concedeu uma entrevista. Nela, ele falou sobre as atividades que realizam juntos e como esta relação se perpetua, também, para fora do âmbito esportivo.

 

JP ESPORTE - Há quanto tempo você pratica atividades físicas?

THOMAS FISCHER FONTES - Na verdade, fiquei um tempo sem fazer qualquer tipo de atividade física, por conta da faculdade. Entretanto, ano passado, voltei a praticar corrida, com o surgimento das Corridas de Obstáculos, das quais, participamos juntos. Além disso, atualmente, pratico musculação todos os dias, além das corridas, sempre que possível.

 

JPE - Desde quando você realiza atividades físicas com seu sogro? Quais?

TFF - Começamos a correr, juntos, em meados de 2018. Treinamos juntos, normalmente, um mês antes das competições, com mais frequência. Já no período sem provas, este tipo de atividade é esporádico, mais nos fins de semana ou feriados, pelo fato de eu estudar à noite.

 

JPE - Qual a importância dele para a obtenção de bons resultados? E vice-versa?

TFF - Acredito que um incentiva o outro. Mesmo que inconscientemente, rola uma pequena competição, o que é saudável, deixa a coisa mais “divertida”.

 

JPE - A diferença de idade é empecilho ou não?

TFF - Na verdade, não, inclusive, fico para trás. Ele tem uma facilidade e empatia pela corrida. Eu já sou mais fã de exercícios que exijam força, não que seja uma desculpa para que eu fique para trás, mas influencia (risos).

 

JPE - Quais as qualidades que você admira nele?

TFF - A parceria que desenvolvemos é uma das melhores, mas a sua determinação, capacidade de empreender e alegria também cativam.

 

JPE - Qual é o melhor momento, em competições, que vocês participam? E o mais difícil?

TFF - Difícil dizer, mas acredito que o melhor seja a largada. A adrenalina e animação que existe neste momento é indescritível. Já no decorrer da prova, cada um faz no seu ritmo, tanto que, até agora, não chegamos juntos, ainda. Por isso, digo que o mais difícil é a parte final da prova, pois a adrenalina vai baixando e exige bastante concentração, a fim de terminarmos a prova em um tempo bacana.

 

JPE - Essa dedicação estimula outros membros da família?

TFF - De certa forma, sim. Sempre tem alguns familiares que expressam interesse em participar.

 

JPE - Em quais competições pretendem estar, ainda, este ano?

TFF - Participamos sempre das edições do Treme Terra Race, que são Terra, Ar, Água e Fogo. No domingo retrasado, dia 03 de março, participamos da primeira edição do ano, em Timbó, com cinco quilômetros e cerca de 30 obstáculos. Terminamos a prova com um minuto e meio de diferença. Claro, ele na frente (risos).

 

JPE - De uma maneira geral, o que representa o seu sogro para você?

TFF - Acredito que mais do que sogro, ele é um amigo. De verdade, desenvolvemos, com o tempo, uma parceria muito bacana, pescamos juntos, jogamos, conversamos sobre muitas coisas, aprendo muito com ele. E apesar dele ser novo, já tem mais experiência em várias áreas e sempre trocamos conhecimento.



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