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Troca de presentes: dor de cabeça dispensável

Confira dicas do Procon para evitar problemas nesta tarefa

e463ff9951e2c289826f00fb51b2bc84.jpg Foto: Divulgação

Ofim do ano é uma época em que a troca de presentes é constante. Vem o Natal, os encerramentos de empresa, escola, grupos de amigos, com a famosa brincadeira de amigo secreto. E nesse troca-troca, nem sempre se acerta 100% no presente e, por isso, é necessária atenção quanto à possibilidade de troca do presente.

 

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De acordo com o coordenador do Procon de Pomerode, Felipe Fabris Goerl, a opção de troca de produtos adquiridos para presente é uma liberdade do lojista. “Não há nada no Código de Proteção e Defesa do Consumidor que obrigue o lojista a efetuar a troca. O ideal é que o consumidor pergunte qual a política de troca da loja, e de preferência que tenha por escrito, para dar mais força no ato da troca, para evitar um ‘diz que me diz’”, afirma.

Porém há casos em que o consumidor sai no prejuízo e o caso mais comum, de acordo com o Procon, é quando não há como provar que a loja ou o vendedor deu uma informação, e, ao chegar ao local, a fala é outra.

Quando isso acontece, conforme dito, é ter a certeza de que realmente a loja ofereceu a opção de troca, de preferência com alguma afirmação por escrito, mas se o consumidor ainda se sentir lesado, o primeiro passo é tentar um contato com o lojista, e, caso não consiga, comparecer ao Procon para realizar as tratativas possíveis.
“Refrisamos que é importante ter por escrito a informação da troca, até mesmo se a loja tiver WhatsApp, ou qualquer outro aplicativo de mensagem. Vale a pena confirmar, para via Procon, tomarmos as medidas cabíveis”, ressalta Goerl.

Importante destacar que o Procon estará de recesso entre os dias 19 de dezembro a 05 de janeiro, retornando as suas atividades normais a partir desta data.

 

Polícia Civil alerta para golpes em compras online

Para não cair em golpes, é preciso estar atento. Ao comprar em um site que não é seguro, além de chance de prejuízo, o presente pode nunca chegar. 

Não se deixar levar pelas ofertas anunciadas como imperdíveis é a principal dica da Polícia Civil de Santa Catarina para evitar golpes nas compras on-line. É preciso controlar o impulso e desconfiar de preços muito abaixo do mercado, como explica diretor de Inteligência da instituição, delegado Alfeu Orben:

“Os golpistas se aproveitam do momento para induzir os consumidores ao erro. Desconfie de ofertas com valores fora do mercado. É aconselhável acompanhar o preço das mercadorias. A melhor forma de evitar problemas é a prevenção. Na dúvida, busque os canais de comunicação das lojas e faça contato por telefone”, recomenda o policial.

O diretor de Inteligência da Polícia Civil do Estado dá outras dicas:
- Sempre fazer a compra e acessar ofertas pelo site oficial da loja, nunca em páginas diferen-tes; 
- Abrir o site oficial em outra página do navegador, nunca pela página indicada no anúncio da compra;
- Ter cuidado com os anúncios. Eles podem direcionar o consumidor para páginas falsas;
- Nunca clicar em links enviados por e-mails.  Eles redirecionam para páginas falsas. Elas tam-bém geram boletos, só que o pagamento é direcionado para a conta do golpista;
- Prestar atenção no endereço da página. Ele deve conter o nome oficial do estabelecimento, seguido pela extensão “.com.br”.  Páginas falsas podem ter o mesmo nome, porém com ou-tra extensão. Exemplos: nomedaloja.net e nomedaloja.org
- Verificar se o site oferece uma conexão segura. O ideal é aparecer um cadeado fechado no canto superior esquerdo da página, antes do endereço.]

Outras informações sobre como evitar golpes nas compras on-line podem ser obtidas no site da Polícia Civil e nas redes sociais. 

 

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