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“Sou ator desde que me lembro por gente”

Fhilipe Mauro Gislon mostra o seu talento pelos palcos do Brasil, onde já fez diversos trabalhos, ao lado de grandes artistas

7863cf4201b7440e2ed848c5a7059c48.jpg Foto: Arquivo pessoal

Ele é pomerodense e tem o dom natural para atuar. Tanto que, desde muito novo, ingressou no mundo das Artes Cênicas, para transformar sua paixão em profissão. Com 24 anos, Fhilipe Mauro Gislon mostra o seu talento pelos palcos do Brasil, onde já fez diversos trabalhos, ao lado de grandes artistas.

No entanto, sua primeira lembrança remete aos três anos de idade, em uma atividade escolar no Colégio Sinodal Doutor Blumenau. “Eu acho que isso já nasceu comigo, nunca tive dúvida sobre o que eu faria da minha vida. Sou ator desde que me lembro por gente”.

Desde 2016, também integra a banda Tazo, 100% pop e inspirada na música dos anos 1990 e 2000. O primeiro clipe, lançado em 15 de março deste ano, conta com a participação de Moacyr Franco, um dos grandes nomes do humor brasileiro. 

 

Há quanto tempo é formado?

Estudei em muitas escolas diferentes e sempre que algo me chamava a atenção, eu queria conhecer mais a fundo. Integrei a Escola Carona de Teatro, no Teatro Carlos Gomes, em Blumenau, e me formei no curso profissionalizante de interpretação para TV, Cinema e Teatro, pela JP Bureau de Talentos, também em Blumenau. Além disso, estudei na Academia de Artes Cênicas Cena Hum, em Curitiba. Tenho formação profissional há sete anos, mas já trabalho com teatro há 14.

 

Quais foram os trabalhos mais marcantes em sua vida?

Acredito que foram os grandes musicais que fiz em São Paulo, como “Chaplin, O Musical”, com produção de Claudia Raia; “60! Década de Arromba Doc. Musical”, dividindo cena com a “ternurinha” Wanderléa; os vídeos e a turnê de shows, ao lado de Déte Pexera, com a personagem Tanda Lodi; e a série “Pequenos Grandes Talentos”, que está no ar, na NSCTV, todo sábado, às 14h.

 

Como você vê o mercado de trabalho para um ator, principalmente aqui no sul?

É muito concorrido e complicado, afinal, são muitas pessoas procurando por poucas vagas. Ser ator ainda é uma profissão muito estigmatizada. Muitos sonham em ser artistas, mas não imaginam nem um terço dos desafios que é levar isso como profissão de verdade. O mercado de trabalho existe, mas temos que fazer as nossas oportunidades, estar sempre buscando aprovação e diferentes conhecimentos. Quando falo do mercado de trabalho nacional, falo sobre o eixo Rio/São Paulo, porque, infelizmente, não vejo muita fomentação desse mercado aqui na nossa região. Já está muito melhor do que já foi, mas ainda temos muito a melhorar.

 

Um livro

O Jardim das Cerejeiras, de Anton Tchekhov.

 

Um filme

O Fabuloso Destino, de Amelie Poulain.

 
Uma peça de teatro

Tchekhov, da companhia Ave Lola, de Curitiba.

 

Uma viagem

Orlando (EUA).

 

Um ator ou atriz

Marjorie Estiano.

 

Um sonho realizado

Ter uma carreira de ator consolidada.

 

Um sonho que pretende realizar

Cinema Nacional.

 

Uma frase

“Somos o que calamos, e pagamos o que falamos”.

 

Comédia ou drama?

Drama.

 

Atuar é...

Mostrar para a plateia um espelho, que revela quem nós somos por dentro.

 

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