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Experiência de gente grande

Quase todo garoto sonha em ser jogador. E isso não foi diferente para um menino, que tem sangue de guerreiro.

ff96789c7a0c1bff14f5a930f44ea6a2.jpeg Foto: Divulgação

Quase todo garoto, quando criança, sonha em ser jogador de futebol. E isso não foi diferente para Fábio Kleberson Lira da Silva, de nove anos, um menino que tem sangue de guerreiro. Tanto que, no dia 14 de junho deste ano, sua vida mudou. Naquela data, o pequeno atleta teve seu nome aprovado para integrar as categorias de base do Avaí Futebol Clube, de Florianópolis.

 

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Tudo começou quando o seu pai, o vigilante Fábio Maciel da Silva, através do site do clube, ficou sabendo de uma avaliação, da qual, prontamente, inscreveu o seu filho. “No mês de março, o levei para fazer a avaliação, cujo resultado saiu na semana seguinte. E o nome dele estava lá. Com isso, ele foi aprovado para fazer mais testes no time da capital, por alguns meses, quando recebeu a aprovação definitiva. A partir daquele dia, o Kleberson passou a ser, oficialmente, atleta do Avaí”, conta.

 

Kleberson está, desde junho, no Avaí (Foto: Divulgação)

E como não poderia deixar de ser, por se tratar de um clube profissional, o menino tem uma rotina muito regrada. “Ele treina de três a quatro vezes na semana, incluindo o Futsal, além de conciliar com os estudos e o tempo livre. Ele leva tudo isso bem tranquilamente, mas sempre temos que saber separar as responsabilidades da diversão, afinal, ele é um menino de nove anos e precisa desse tempo para brincar e se divertir”, pondera o pai.

Outro fator que todos na família tiveram que superar foi a separação e a adaptação à nova rotina. “No começo, não foi fácil, pois ele ficou sozinho, longe dos familiares. Claro, o Avaí deu todo suporte para minimizar o impacto, mas é difícil para uma criança ficar longe da sua família. Ele demorou um pouco para assimilar e até teve uma queda de rendimento. Por isso, decidimos que a mãe dele iria morar em Florianópolis, para que o Kleberson pudesse ter um pouco dessa essência familiar. E isso foi fundamental para a sua recuperação, dentro e fora do campo”.

Mas tudo vale a pena, quando se tem um sonho. “Ele quer ser jogador de futebol. E tenho certeza de que vai conseguir atingir esse objetivo, afinal, é um menino guerreiro. Tanto que o apelido dele, no time, é ‘Índio Guerreiro’, tamanha a sua força de vontade. Quando ficou longe da gente, pela primeira vez, ele falou para não nos preocuparmos, pois era o que ele queria. Naquele momento, tive ainda mais confiança no meu garoto. Ele é um vencedor”, conta Silva, emocionado.

 

Ele quer ser jogador de futebol. E tenho certeza de que vai conseguir atingir esse objetivo, afinal, é um menino guerreiro. Tanto que o apelido dele, no time, é ‘Índio Guerreiro’, tamanha a sua força de vontade. 

 

O sentimento de gratidão também deve ser exaltado, a todos que proporcionaram esta oportunidade ao menino. “Primeiramente, agradeço a Deus, por tudo o que Ele tem feito nas nossas vidas. Às escolinhas da Müller, Francis / Iafa e APF, que deram todo apoio nesta caminhada. Também, a duas mulheres que foram fundamentais nesta transição, Marleide e Marlete, que possuem uma pousada que abriga garotos e dão todo apoio logístico para que eles se sintam bem e tenham mais força. E, claro, a toda a comissão técnica do Avaí, treinador Lucas Colturato, preparador físico João Vitor, preparador de goleiros Anderson Assis, massagista Pedro Henrique, psicóloga Fernanada e o coordenador Marcelo Pereira. Todos eles são muito importantes para o Kleberson e tenho a certeza de que estão fazendo o melhor para o meu filho”, finaliza o pai, orgulhoso pelo seu garoto guerreiro.

 

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