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Amor pela panificação

Na semana em que se comemora o Dia do Panificador, conversamos com um pomerodense que segue esta profissão

16051c8e2eaa7efca1ba58c104054e8c.jpg Foto: Isadora Brehmer / Jornal de Pomerode

Cozinhar, seja qual for o prato, é sempre uma tarefa que exige dedicação e talento. E são diversas as profissões que derivam do verbo cozinhar. E uma delas foi celebrada no início desta semana.

 

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No dia 08 de julho, é comemorado o Dia do Panificador, ou seja, aquele cozinheiro responsável por preparar cucas e pães deliciosos, nas padarias da cidade. Para homenagear a categoria, conversamos com Vilson Germano Volkmann, de 48 anos, um dos panificadores do Café Expresso Mils.

Ele conta que começou a atuar no ramo da panificação por causa de sua família. “Antes disso, trabalhava na Porcelana Schmidt e, também, em uma empresa de Blumenau. Mas neste tempo, eu e minha família já vendíamos cucas no interior da cidade. O nosso negócio começou a ficar sério quando foi realizada a primeira edição da Festa Pomerana, em 1984, quando fizemos as cucas do evento”, comenta Volkmann.

Depois desta primeira edição, o então secretário de Turismo, Francisco Canola Teixeira, incentivou a família a abrir a sua própria confeitaria, o que já era um sonho da mãe do panificador, Madalena Volkmann. A família decidiu apostar no sonho e criou a confeitaria Torten Paradies.

“No início, tínhamos apenas um ponto de vendas e, após o primeiro ano do negócio, conseguimos comprar o equipamento para melhorar e aumentar a produção. Foi neste início que aprendi a fazer pães e cucas com a minha mãe e, com o tempo, a produção e o conhecimento foram crescendo”, relata.

O panificador, que passou cerca de 12 anos trabalhando diretamente na produção da empresa, hoje atua mais na parte administrativa. “Mas se precisar auxiliar na produção, não penso duas vezes. Atualmente, temos também o nosso segundo negócio, o Café Expresso Mils, que já tem cerca de 20 anos de história”, destaca Volkmann.

Como em qualquer outro negócio, sempre existirão os altos e baixos, os momentos bons e ruins ao longo dos anos. Para o panificador, os anos mais difíceis foram 2006 e 2007, mas a família conseguiu superar as dificuldades e, posteriormente, prosperar.

“É uma alegria muito grande ter conseguido ajudar a realizar este sonho da minha família. Sou muito grato por tudo isso. E para se chegar ao sucesso, é importante sempre acreditar no negócio, buscando uma produção sempre com o máximo de qualidade. Em minha profissão, todos os dias se aprende algo diferente e, hoje, confio totalmente em nossa equipe para dar continuidade ao belo trabalho que desenvolvemos ao longo dos anos”, finaliza.



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