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Amor pela dança, gravado na pele

Integrantes do Grupo Folclórico Alpino Germânico fazem tatuagem em homenagem ao conjunto e à amizade construída

914373317496b856d56f01a999df7072.jpg Foto: Divulgação

Até onde vai a intensidade de uma amizade? Para algumas pessoas, uma amizade representa tanto na vida, que surge a vontade de eternizar este sentimento. Assim começa a história das integrantes do Grupo Folclórico Alpino Germânico, que marcaram na pele o amor pela tradição e pelas amigas de grupo. As integrantes Camila Maria Kurth, Carla Andréia Maske, Maiara Falk, Marise Cristina Behling Junkes, Thaíse Daiane Rahn e Yasmin Rahn decidiram fazer uma tatuagem em homenagem ao grupo.

A ideia de fazer a tatuagem veio de uma das integrantes, Carla Andreia Maske, na concentração, de um desfile do qual o grupo participou em Balneário Camboriú, em dezembro de 2018.

“Adoramos a ideia, já ficamos bem empolgadas em fazer a tatuagem e já naquele instante, surgiu a ideia de tatuar a flor Edelweiss, símbolo germânico tão presente entre nós, bem como fazer uma referência ao colar que compõe o nosso traje, a Edelweiss contornada por um coração”, conta uma das integrantes do Grupo, Thaíse Daiane Rahn.

E, desde o surgimento da ideia até a sua concretização, foi um processo um tanto demorado, devido a escolha do desenho, do tatuador e até que se chegasse a um consenso. Algumas das moças optaram por não fazer a tatuagem e algumas não puderam. Foi há cerca de um mês, apenas, que tudo foi decidido e então levada a ideia adiante.

 

(Foto: Divulgação)

De acordo com Thaíse, a tatuagem reflete a relação de amor que as dançarinas possuem com a cultura. “Simboliza antes de tudo, o amor que temos pela nossa tradição, e como a demonstramos através da dança. Com isto, a amizade que construímos dentro do grupo. Unimos o amor e a amizade, que além de levar na alma, agora levamos gravada na pele. Já os homens, não há planos de fazerem algo, mas um integrante já tem tatuada uma homenagem ao amor que sente por fazer parte do grupo folclórico”. 

Bem humorada, Thaíse relata que o momento de fazer a tatuagem, no dia 10 de agosto, foi descontraído, aconchegante e divertido para todas. “É uma experiência diferente, única e que vamos sempre lembrar e carregar conosco. Posso dizer que estava bem dividido, algumas integrantes estavam bem tranquilas e outras mais ansiosas ou nervosas”, revela.

Agora, com o símbolo, o grupo reforça, ainda mais o sentimento de amizade, que ultrapassa os momentos de apresentações e ensaios. “É essa amizade que levamos para a vida, para o dia a dia. Pois não estamos juntas apenas dançando. Nos divertimos juntas, fazemos programas juntas, dividimos histórias, risadas, conselhos, fazemos parte da vida umas das outras. A união por um propósito e a amizade entre os integrantes, nos torna uma segunda família”, destaca. 

Para Thaíse, a tatuagem é uma maneira de carregar a essência do grupo sempre consigo, mais perto do coração. “Foi uma experiência incrível tatuar entre amigas, e podendo compartilhar da mesma ideia, só mostra como a nossa amizade vem fortalecendo a cada dia. Companheiras de grupo, de vida e agora de tatuagem. A nossa passagem pelo grupo folclórico, é algo que marca pra sempre a nossa memória, levando conosco experiências, amizades e aprendizado, então além de marcar a memória, marcar a nossa pele foi um ato de amor pelo o que fazemos e de carinho pela nossa amizade”, finaliza.

 



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