Jornal de Pomerode

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Votação popular definiu nomes dos filhotes de flamingo

A votação popular, promovida pelo Zoo Pomerode, definiu os nomes dos novos filhotes de flamingos, nascidos no final do mês de janeiro.

bb478cdb9fc1a479848558fa216d7b1e.jpg Foto: Divulgação

A enquete chegou ao fim e já tem resultado. Os nomes dos três filhotes de flamingo do Zoo Pomerode já foram escolhidos pelos internautas. A opção mais votada foi: Peninha, Atacama e Amora.

A votação foi acirrada e registrou muitos votos. A primeira opção, Rojo, Flamenco e Pluma teve 26,51% de aprovação dos leitores, enquanto Gracioso, Fuego e Chili teve 31,39% e a grande opção vencedora, Peninha, Atacama e Amora, registrou 42,10%, na enquete do G1.

Os três filhotes de flamingo nasceram na segunda quinzena de janeiro e esta foi a primeira vez em que a eclosão dos ovos deu certo. Um detalhe curioso é a cor da penugem dos filhotes, que permanece acinzentada até que atinjam os três anos de vida. Somente após esse período, eles terão as penas cor-de-rosa, característica da espécie.

O biólogo responsável pelo Zoo Pomerode, Claudio Maas, na época, falou sobre a importância dos animais para o processo de preservação da espécie, ameaçada de extinção. 

“É muito importante o nascimento porque, como o animal selvagem consegue ser reproduzido sob os cuidados humanos, você desenvolve técnicas, você aprimora as já existentes e isso soma para a população de backup, como chamamos. Esta é a população que vai manter a diversidade genética e vai ajudar na manutenção dela como um todo. Se eventualmente algo acontecer com a população do habitat natural, estes animais precisam ser repostos. Nós conseguimos ter animais para fazer um trabalho de reintrodução, de reposição, de revigoramento genético, que é fundamental para a manutenção em longo prazo dessa espécie”, pondera.

Atualmente, entre os 16 animais que vivem no Zoo, são 12 fêmeas e quatro machos. A espécie faz parte da variedade do Zoo Pomerode desde o ano de 2007, após terem sido apreendidos no Espírito Santo. Muitos deles tiveram as asas amputadas quando foram capturados, o que também prejudica o acasalamento. A captura, segundo o biólogo, acontece principalmente por ser um animal exótico. 

 



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