Jornal de Pomerode


Futebol presente no DNA: uma paixão passada de pai para filho

Como diria o velho ditado, “filho de peixe, peixinho é”. Pode parecer clichê, mas essa expressão cabe muito bem a Thiago Naberce Bezerra, de 21 anos, lateral direito do Floresta e que, no domingo, dia 11 de junho, conquistou o seu primeiro título de expressão com a equipe verde.

9e181c5c0be73b2381df00de646f935a.jpg Foto: Arquivo / Jornal de Pomerode

Como diria o velho ditado, “filho de peixe, peixinho é”. Pode parecer clichê, mas essa expressão cabe muito bem a Thiago Naberce Bezerra, de 21 anos, lateral direito do Floresta e que, no domingo, dia 11 de junho, conquistou o seu primeiro título de expressão com a equipe verde. Grande destaque nos dois jogos decisivos, de seus pés nasceu o gol que deu o bicampeonato da Copa Pomerode ao time do Centro.

Bezerra, que também é apontado como um dos “jogadores revelação” da competição regional, conversou com a reportagem do Jornal de Pomerode.

 

Jornal de Pomerode - Quando você começou a jogar futebol?

Thiago Naberce Bezerra - Comecei desde criança, como uma brincadeira, mas sempre estive envolvido no meio do futebol, devido ao meu pai ter sido atleta. Por isso, pude vivenciar alguns momentos, uns bons e outros nem tanto. Mesmo assim, com o passar do tempo, o desejo de ser jogador também foi vindo.

 

JP - O fato de seu pai ter sido jogador influenciou nessa escolha?

TNB - Sim, influenciou, mas foi uma escolha minha. Como disse, o fato de ter passado por momentos em concentrações, treinos, vestiários e com jogadores amigos, ainda na minha infância, fez com eu também quisesse tentar conquistar alguns momentos como aqueles. Afinal, tudo o que o futebol proporciona é especial.

 

JP - Quais os times em que você já jogou?

TNB - Atuei no Sub 15 do Floresta e nas categorias Sub 17 e Juniores do Metropolitano, de Blumenau. Esse foi meu primeiro campeonato pelo Floresta como amador e foi uma ótima estreia, por sinal, pois antes disputei o Jogos Abertos de Santa Catarina, mas ainda como Sub 15.

 

JP - Esta foi a primeira competição que você jogou ao lado do seu pai, Rildo. Como foi essa experiência?

TNB - Ter jogado ao lado do meu pai foi um momento muito especial, uma vez que já jogamos em lados opostos, algumas vezes. Ele é a pessoa a qual devo tudo isso. E vê-lo ali, dentro de campo, correndo junto, cobrando, ajudando, orientando, não tem preço. Sou grato a ele por tudo que fez por mim. Fiquei muito feliz e ter sido campeão foi um grande prêmio, especialmente para nós, como família.

 

JP - Como foi ter participado com destaque dos dois jogos finais?

TNB - Como eu ainda tenho o sonho de ser um atleta profissional, eu me cobrei muito, e isso fazia minha parte minha preparação, pois eu sabia que, com a qualidade que tenho, poderia ajudar a equipe. Ainda tenho coisas a serem corrigidas, mas pude fazer dois bons jogos. Foi um grande prazer ter jogado essa final e ter sido considerado um dos destaques.

 

JP - Qual a importância deste título para a sua carreira?
TNB - Título não tem hora para ganhar. Ainda sou novo e, se Deus quiser, muitos ainda virão.

 

JP - Como é para você ser considerado uma das revelações do Campeonato?

TNB - É uma grande responsabilidade, pois eu me cobro bastante dentro do que eu faço e escolhi como profissão. E isso são os frutos do trabalho e da minha dedicação, mas é só começo. Tenho muito o que “ralar” ainda (risos).

 

JP - Qual o seu ídolo dentro do futebol?

TNB - Não tenho como não citar os dois melhores laterais do mundo: Daniel Alves e Marcelo. São grandes jogadores, de lindas carreiras e histórias, as quais tento me espelhar. O que fazem dentro de campo, é de encher os olhos. São craques.

 

JP - Quais são seus planos futuros dentro do esporte?

TNB - Futebol foi o que eu escolhi como carreira, não sei se vou conseguir um dia ser um jogador de alto nível, mas tenho isso como meta e creio que tudo tem seu tempo. Agora é treinar, confiar e acreditar.

 

JP - Como você vê o crescimento do futebol em nossa cidade, principalmente com relação às escolinhas?

TNB - As escolinhas é onde tudo começa. São trabalhos que precisam ser feitos, como sei que têm sido, e são de grande importância. Realmente, vale a pena dar esse incentivo às crianças.

 

JP - Outras considerações.

TNB - Por fim, quero agradecer a todos, pelo carinho dos amigos e da família, da torcida, e a esses ótimos momentos que o futebol proporcionou a mim e a todos os envolvidos. Agradeço, também, a esses jogadores, sem palavras. Foi um grande prazer jogar ao lado dessas feras e grandes amigos, os quais tenho carinho. Obrigado, Associação Esportiva Floresta.



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