Jornal de Pomerode

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Uma história de amor marcada pela dança

Casal relembra anos em que participou do grupo e o início do relacionamento. Confira mais uma matéria do Especial de Comemoração aos 50 anos do Alpino Germânico

15d807bd6c1adac38a799f86b2a80c49.jpg Foto: Divulgação

Atualmente, com um pouco mais de 15 anos dançando no grupo folclórico, Andreas Roland Zimmer, recebeu o convite do próprio fundador Francisco Zmazek para ingressar no grupo. No ano de 1985, começou a ensaiar com Edson Zimke e o Wilmar Weber, em casa, para poder participar das apresentações. Já Jaqueline Koenig Zimmer, sua namorada na época, ingressou no grupo em 1992 para ficar mais perto de Andreas, que passava o fim de semana todo fora com o grupo. O casal saiu do grupo em 2000, devido ao nascimento da filha mais nova, mas deixou o legado para seus filhos Tayná e Cristopher que, hoje, fazem parte do Alpino.Com uma bagagem enorme de apresentações, o casal relembra de várias histórias vivenciadas com o grupo e ainda conta que quando se encontram com integrantes da sua época, relembram os momentos vividos em conjunto dos demais dançarinos. Eles também contam que se apresentavam praticamente todo fim de semana e, como a maior parte dos integrantes trabalhava na mesma empresa, quando necessário, eram liberados. Também foi a empresa Karsten que doou ao grupo a primeira Kombi branca que levava os integrantes para as apresentações.

Uma das viagens que mais marcou o casal foi para a Alemanha, em 1998, na qual o grupo vendeu rifas e arrecadou R$ 35 mil para as passagens. Os sete casais e os dois músicos embarcam juntos da Centopeia de Blumenau. A emoção já começou na viagem, em que houve um problema elétrico e acabaram tendo que viajar de avião, por duas horas, sem energia elétrica. “Não sabíamos o que estava acontecendo, já estávamos preocupados pois nos últimos meses, dois aviões sofreram acidentes. Mas, no fim, chegamos em segurança”, relata Jaqueline. Lá ficaram hospedados na casa do Herr Richter e da Rovena, que os ajudou a provar aos alemães que são realmente brasileiros, pois ninguém esperava que eles falassem alemão. “Quando ouviam falar de um grupo do Brasil, esperavam um grupo de passistas”, completou Andreas. Os dois sentem-se orgulhosos por terem participados do grupo e levado, para diversos lugares, o seu amor pela dança e tradição.

 



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Créditos: Divulgação
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