Jornal de Pomerode

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Um domingo de diversidade

1º Festival Pomerode em Arte foi no domingo e reuniu vários apaixonados por arte. Organizado por Carol Diezel e Luisa Uribe, o festival teve como intuito promover a diversidade cultural e estimular os artistas locais a apresentarem seus talentos.

2a5bbfbe6e1ca1aa693f044fdaa33a79.jpg Foto: -Os artistas se reuniram na Praça Jorge Lacerda para promover a diversidadeTatiane Hansen/JP

Neste domingo, 10 de dezembro, a Praça Jorge Lacerda ficou tomada pelas cores e pela música. Isso porque, das 15h às 19h, foi realizado o Festival Pomerode em Arte, que reuniu diversos artistas de Pomerode e da região e teve o apoio da Secretaria de Cultura. Nem mesmo o calor e o sol forte intimidaram aqueles que são apaixonados por arte. 

Organizado por Carol Diezel e Luisa Uribe, o festival teve como intuito promover a diversidade cultural e estimular os artistas locais a apresentarem seus talentos. Houve diversas apresentações, entre elas: Banda de Rock Contemporâneo Coruja Branca, Grupo Folcórico Edelweiss, Malabarismo com Carlos Diezel, Muay Thai, com a Associação Cultural Desportiva de Artes Marciais, grupo de Hip Hop Infantil de Pomerode, grupo de Teatro Musical da escola Curt Brandes e música brasileira, com Wilson Pereira Junior.

Quando estas terminaram, o coreto foi aberto à Jam Session, período em que os artistas puderam se apresentar sem ter feito a inscrição prévia, apenas colocando seu nome na lista na hora. No bazar, haviam marcas autorais locais, de pessoas que criam e produzem o que vendem roupas, artesanatos, quadros, entre outros. Além do mercado de pulgas, onde as pessoas vendem o que já não precisam mais, colocando para circular. 

Segundo as organizadoras, para uma primeira edição, o resultado foi animador. “Deu para ver que a cidade está cheia de talentos e que temos que continuar a ter esse espaço para reconhecer e valorizar a nossa arte. O trabalho dos artistas e da organização foi todo voluntário e deu para ver a felicidade em poder participar deste momento”, afirmam as organizadoras. 

Elas destacaram, também, a importância da integração promovida, não só entre pessoas com culturas diferentes, mas  igualmente entre crianças, jovens e adultos. 
“As crianças se divertiram muito. Com a rua fechada, puderam correr à vontade sem preocupação dos pais. Iam ver as apresentações e voltavam para as oficinas. As oficinas manuais ficaram no mesmo espaço, organizaram-se com muitos panos no chão e foi rolando: origami, desenho, recorte e colagem. No fim, havia muita gente, adultos e crianças sentados por ali, curtindo o som e desenhando, pintando, recortando. Foi uma integração linda”, comentam.

O bazar, de acordo com Carol e Luisa, também foi muito diverso, mercado de pulgas com produtos variados, marcas autorais de roupas, biquínis, acessórios, artesanatos e quadros. Já a oficina de yoga foi muito procurada e elas acreditam que foi a mais cheia. “O pessoal curtiu dar uma relaxada no fim do evento e até o prefeito experimentou fazer algumas posições”, contam as organizadoras. 

Elas finalizam destacando a alegria pelo sucesso do evento e garantem que ele deve ser realizado de novo em 2018. “Foi tudo bem legal, como ver o pessoal do grupo folclórico, ainda trajados, assistindo ao show de malabares e o teatro musical. Isso mostra como conseguimos, no mesmo evento, reunir nossa tradição cultural e as novas expressões culturais que vêm surgindo por aí. A diversidade cultural é a nossa maior riqueza. Que possamos continuar vivenciando, mostrando, descobrindo e reconhecendo nossa arte”, defendem Carol e Luisa. 

 



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Créditos: Tatiane Hansen/JP Tatiane Hansen/JP Tatiane Hansen/JP
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