Jornal de Pomerode


Tradição e amizade

Foi quando os pais decidiram fazer parte do Grupo Folclórico Alpen Bach, em 2006, que Gilmar Pein Júnior, de 19 anos, escolheu se unir ao grupo de danças folclóricas também. Mas, o amor pelas tradições de nossa cidade começou muito antes disso.

eebc17b32159e8d05a485ab876408b5c.jpg Foto: Divulgação

Foi quando os pais decidiram fazer parte do Grupo Folclórico Alpen Bach, em 2006, que Gilmar Pein Júnior, de 19 anos, escolheu se unir ao grupo de danças folclóricas também. Mas, o amor pelas tradições de nossa cidade começou muito antes disso.

Já desde cedo, quando era criança, participava junto da família das atividades do Clube de Caça e Tiro Alto Rio do Testo, a Sociedade Belz, em Testo Alto.  
“Na Sociedade eu ia sempre junto com meus pais, desde bem pequeno, principalmente para brincar com meus amigos. Meu pai e minha mãe sempre foram os maiores incentivadores desta participação”, comenta Pein. 

O estudante conta, também, que uma das principais riquezas que a vivência no Clube lhe trouxe, foram as muitas amizades que pôde fazer, das quais algumas continuam firmes até hoje e continuarão assim por muito tempo, de acordo com ele. 

Para Pein, o que mais lhe marcou nos 11 anos que faz parte do GP Alpen Bach foram as viagens na companhia do grupo, principalmente as que tiveram como destino cidades fora de Santa Catarina. “Um exemplo foi a apresentação que fizemos na cidade de Piedade, em São Paulo, na qual fomos dançar em um jantar alemão que uma família de lá organiza. Foi incrível, dançamos um monte, nos divertimos”, relata o integrante do Alpen Bach. 

Fazer parte do seleto grupo que ainda batalha para manter vivas as tradições deixadas pelos antepassados é o que o estudante destaca como a melhor coisa em se fazer parte de duas instituições fundamentais para nossa cultura. “Outro ponto muito importante é que posso manter as tradições e me divertir fazendo muita festa ao lado da minha namorada, que me acompanha tanto no Belz, quanto no Alpen Bach”, acrescenta.

Ele ainda ressalta a importância do papel dos jovens para a manutenção das tradições de nossa cidade, tão admiradas por quem a conhece. “Nossos avós trouxeram a cultura alemã para a nossa querida Pomerode, nossos pais já fizeram a parte deles e repassaram isso a nós e agora a tarefa é nossa. Precisamos cultivar e mostrar a nossa cultura, para que ela não se perca com o tempo”. 

Pein afirma que um dia ensinará aos filhos os costumes de nossa cidade e que irá incentivá-los a participar de tudo o que envolve a nossa cultura, tanto nos grupos folclóricos quando nos clubes de caça e tiro, pois acredita que o incentivo dos pais é essencial neste processo e que, sem eles, a tarefa se torna bastante complicada. 



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