Jornal de Pomerode


Serviço ameaçado

Uma situação que gera preocupação desde o segundo semestre do ano passado, sem encontrar uma solução definitiva. Assim pode ser definida a questão do transportes dos alunos da Apae de Pomerode. Em 2017, o problema já fora discutido e, agora, volta a gerar preocupação à comunidade “apaeana”.

0d4e26cf2c9b62bba476df5dba491cb8.JPG Foto: Divulgação

Uma situação que gera preocupação desde o segundo semestre do ano passado, sem encontrar uma solução definitiva. Assim pode ser definida a questão do transportes dos alunos da Apae de Pomerode. Em 2017, o problema já fora discutido e, agora, volta a gerar preocupação à comunidade “apaeana”. 

Por falta de recursos, o roteiro do transporte já havia sido modificado, passando a fazer apenas uma rota central, e não mais buscando os alunos em casa. Para tentar resolver a situação, a Câmara de Vereadores de Pomerode aprovou um repasse de R$ 60 mil, destinado ao transporte, que assegurou o serviço completo. Porém, este recurso não é suficiente para custear o ano todo.

Ao longo de 2017, segundo o presidente da Apae, Almir Zoboli, o dinheiro foi gerenciado, para que suprisse o máximo de tempo possível. O limite foi o mês de agosto. Agora, no nono mês do ano, o transporte continua sendo mantido, mas com fundos próprios e com o que foi arrecadado por meio do convênio com a Celesc. 

Ou seja, a partir do mês de outubro, o ônibus que levava os alunos à Apae e depois os trazia para casa, não irá mais circular e o serviço do transporte será suspenso, a não ser que haja algum incremento na receita. “Se nós optássemos por utilizar nossos recursos para custear o transporte, faltaria dinheiro para quitar a folha de pagamento dos funcionários nos meses de janeiro e fevereiro de 2018, e isso prejudicaria o atendimento. Infelizmente, precisamos fazer essa opção”, afirma Zoboli. 

Ele conta, também, que o valor arrecadado por meio do convênio com a Celesc, equivale a 10% do necessário para manter o transporte funcionando, que chega a, em média, R$ 15 mil. “Estamos mantendo, ainda, esse projeto e esperamos que a comunidade se sensibilize. Também já está encaminhado um projeto com o Samae, para o mesmo convênio na conta de água, possibilitando a contribuição da população também por esse meio. No momento, precisamos de um incremento mínimo na receita, seja por meio do poder público ou da comunidade”, reitera o presidente. 

Sem o benefício, muitas famílias têm dificuldade de levar os alunos especiais para terem aula e serem atendidos na Apae, gerando prejuízos para o bem-estar deles. Por isso, a importância de se conseguir manter esse auxílio.

O micro-ônibus que realiza o transporte dos alunos até a Apae foi entregue em junho de 2014 e começou a circular em julho do mesmo ano, proporcionando maior segurança e qualidade de vida para os alunos, principalmente os cadeirantes, já que é especialmente equipado para atender às necessidades dos alunos.



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