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Secretário expõe dificuldades na área da saúde ao Legislativo

O presidente da Câmara, Amarildo da Silva, explicou a iniciativa de promover a reunião para entender a atual situação da saúde em Pomerode.

2f7fac4d40d8fe663204c92617c072d0.jpg Foto: Divulgação

Na quinta-feira, 08 de março, na Câmara de Vereadores, o Legislativo se reuniu com o secretário de Saúde, Rafael Ramthun. Participaram o presidente da Câmara, Amarildo da Silva, e os vereadores, Ademar Marquardt, Jean Nicoletto, Aldino Oldenburg, Deoclides Correa e Rafael Pfuetzenreiter. 

Na ocasião, da Silva explicou que tomou a iniciativa de promover a reunião para saber a atual situação da saúde no município e atender algumas reivindicações da comunidade. 

Ramthun informou sobre as dificuldades enfrentadas nos postos de saúde, pela Farmácia Básica do Município e apresentou algumas projeções futuras. Disse que as dificuldades enfrentadas na distribuição dos exames e remédios fornecidos para a comunidade estão na entrega pelo Governo Estadual, assim como pela falta de recursos do próprio Município. “Cabe ao Estado o fornecimento de alguns tipos de medicamentos de média e alta complexidade, bem como, de cotas para a realização de cirurgias”, disse. 

Em relação às filas de espera, situação esta também imposta pelo Estado aos municípios, o secretário salientou que a conscientização da população para procurar assistência somente quando necessário e não faltar às consultas, são fatores determinantes para diminuir a demanda. “Conforme levantamento feito pela Secretaria de Saúde, em 2016 tivemos 7.500 pessoas que faltaram em atendimentos nas unidades de saúde. Em 2017, foram 6.480, ou seja, uma redução de 12,89%. Ainda é muito, mas com algumas campanhas que viemos realizando, esta soma vem diminuindo. Isso abre espaço para que quem realmente precise ganhe atendimento”, explicou. 

Em relação aos medicamentos disponibilizados pela Farmácia Básica, Ramthun informou que, se não fosse o repasse no valor de R$ 400 mil proveniente das sobras orçamentárias da Câmara no final de 2017, teria faltado remédios para a comunidade. “Como não temos previsão de repasse do Estado, no final do ano, de novo corremos o risco de que falte. Nesse sentido, peço o apoio novamente dos vereadores para que possamos acelerar os repasses em relação à média e alta complexidade, como por exemplo, junto ao Consórcio da Ammvi, no qual compramos consultas e exames, por meio de uma cota”, disse.  

Diante da situação colocada, os vereadores manifestaram apoio e informaram que vão acompanhar de perto o andamento da situação. “Vamos fazer o que estiver ao nosso alcance para que a Secretaria Municipal de Saúde ofereça sempre atendimento de qualidade para a comunidade”, frisou o presidente da Câmara, em nome dos demais.

 



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