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PSL confirma favoritismo em Pomerode

Candidatos ao Governo do Estado e à Presidência da República foram os mais votados em Pomerode, com ampla margem

1e986036068b2f7c963437be593b5c7c.jpg Foto: Tatiane Hansen/Jornal de Pomerode

No domingo, 28 de outubro, os pomerodenses voltaram às seções de votação para escolher seus representantes do Poder Executivo nos próximos quatro anos. Como em Santa Catarina houve a necessidade de segundo turno, os eleitores de Pomerode precisaram votar para os cargos de Governador e Presidente da República.

Para a disputa do cargo de Governador de Santa Catarina, Comandante Moisés (PSL) e Gelson Merisio (PSD) estavam no páreo, disputando os votos de 5.070.212 eleitores espalhados pelo estado. E o que se viu ao final da apuração dos votos foi uma vitória do candidato do PSL, que contabilizou 71,09% (2.644.179) dos votos válidos, superando Gelson Merisio, que teve 28,91% (1.075.242) dos votos.

Houve 494.098 votos brancos (3,60%) e nulos (8,13%), além de 1.349.138 abstenções de eleitores, representando 16,87% do eleitorado.

Em Pomerode, o governador eleito também teve a maior votação. Comandante Moisés obteve na cidade 15.308 votos (84,10%), enquanto Gelson Merisio fez 2.895 votos (15,90%). Na cidade, foram apurados 20.340 votos, sendo 18.203 válidos (89,49%), 590 brancos (2,90%) e 1.547 nulos (7,61%). O índice de abstenção na cidade, foi de 16,32%, 3.968 pessoas, em números absolutos.

O governador eleito, Carlos Moisés da Silva, o Comandante Moisés, ressaltou o compromisso que assume com a população catarinense para os próximos quatro anos. “A nossa ideia é, exatamente, fazer uma política de uma forma diferente do que ela vinha sendo feita ao longo dos últimos anos. Nós pretendemos, daqui para frente, elaborar um projeto de lei que altera a estrutura do estado, para depois pensarmos em pessoas. Nós temos um grupo de trabalho que fará de Santa Catarina um estado mais ágil, um estado competitivo e um estado que olhe para as pessoas. Precisamos de um estado resiliente, com pessoas mais fortalecidas, com a participação do estado. O nosso compromisso aumenta, por tudo que nós falamos no primeiro e no segundo turno, de manter o estado enxuto, de priorizar as pessoas, priorizar a capacidade técnica daqueles que vão trabalhar no estado, que vai sempre se sobrepor àquela velha forma de fazer política. Para nós não é uma festa, é sim o aumento do nosso compromisso e responsabilidade com o brasileiro e com o catarinense em dar seguimento ao avanço tecnológico, à modificação do estado, tornar o estado mais ágil, mais eficiente, para que atenda aos fins públicos da segurança, da saúde, da educação e da infraestrutura. Esse é o nosso compromisso público com o catarinense”, disse.

Gelson Merisio destacou que o momento é de respeitar a escolha dos eleitores nas urnas e ressaltou o trabalho feito em campanha. “Não tenho nenhuma queixa para fazer, não tenho nenhum culpado para encontrar, muito pelo contrário, temos que respeitar a vontade da população. Tanto eu, como o João Paulo, nos propusemos a fazer um processo sólido, consistente, com preparo, com planejamento, agora, o eleitor entendeu de uma forma diferente e nós respeitamos na plenitude, torcendo para que Santa Catarina vá bem. Sinceramente, não houve eleição no segundo turno. Houve eleição no primeiro turno, que nos deu o primeiro lugar e no segundo turno houve um processo verticalizado, onde o eleitor, compreensivamente, não quis discutir temas estruturais, preparo e experiência, quis discutir fazer um processo verticalizado, que nós temos que respeitar. Não há nenhuma reclamação, nenhuma queixa, nem de mim, nem do João Paulo, apenas o respeito ao eleitor e a certeza de que, a partir de agora, a vida segue e Santa Catarina tem que ir bem. Torço para que as medidas sejam acertadas e que o estado possa ir bem”, afirmou.

Já para a disputa da Presidência da República, o eleitor precisou optar entre Jair Bolsonaro (PSL) ou Fernando Haddad (PT). E o que se viu, tanto em âmbito estadual como em Pomerode, foi uma repetição do panorama do primeiro turno, com o candidato do PSL vencendo por ampla vantagem.

Em todo o estado, Bolsonaro fez 2.966.242 votos, o que representa 75,92% daqueles considerados válidos, enquanto Haddad conquistou 940.724 eleitores (24,08%) dos votos válidos. 

Pomerode, por sua vez, teve 16.620 eleitores (87,16%) optando por Bolsonaro e enquanto 2.448 (12,84%) votaram em Haddad. Ao todo, foram contabilizados, nas 71 seções espalhadas pela cidade, 20.341 votos, sendo 19.068 (93,74%) considerados válidos. Houve 302 votos brancos e 971 nulos. 

Comemoração nas ruas da cidade 

Ainda enquanto os votos eram apurados em todo o Brasil, partidários e apoiadores do atual presidente eleito, Jair Bolsonaro, se reuniram na Wox Club para acompanhar a apuração e, depois, celebrar a vitória do candidato do PSL. E a comemoração não ficou restrita aos arredores do clube. Por toda a cidade, na noite de domingo, foi possível ouvir foguetório, buzinaço e gritos de comemoração pela vitória de Bolsonaro.

O Jornal de Pomerode acompanhou a festa da vitória, realizada no interior e em frente à Wox Club, onde centenas de pomerodenses se reuniram com camisetas verdes, amarelas e relacionadas a Bolsonaro, além de portarem bandeiras do Brasil.

Em entrevista à equipe do JP presente no evento, o presidente do PSL de Pomerode, Allan Dirck Weber, reforçou que a eleição do presidente e do governador de Santa Catarina representa a possibilidade de uma efetiva mudança. “Em primeiro plano, a vitória de Jair Bolsonaro é um marco de mudança completa na forma de fazer política. E como conseguimos eleger o candidato do mesmo partido, Comandante Moisés, haverá um efeito cascata, que vai progredir para os municípios, com uma nova forma de gestão que trará benefícios para todos”, afirmou.



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