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Projeto sobre o serviço de capelania nos hospitais é arquivado

Na ocasião, foi deliberado pelo arquivo do projeto que estava em análise na Câmara de Vereadores. Porém será feito um cadastro dos pastores que tiverem interesse em fazer visitas aos membros de suas respectivas igrejas que estiverem hospitalizados, assim como da comunidade

28c5c8d4e2d41897dcfaacaede2a47c6.jpg Foto: Moira Porto Petrucci/Câmara de Vereadores

Na terça-feira, 31 dejulho, foi realizada reunião na Câmara de Vereadores sobre o projeto em análise, de autoria dos vereadores Jean Nicoletto e Rafael Pfuetzenreiter, que dispõe sobre o serviço de capelania nos hospitais do Município de Pomerode.

Participaram o presidente da Câmara, Amarildo da Silva; vereadores; o presidente da Associação Hospitalar e Educacional de Pomerode, Nelson Heim; o pastor da Paróquia São Marcos, Adelsir Sturzbecher; a enfermeira do Hospital e Maternidade Rio do Testo (HMRT), Ariane Pacher Nolter; o administrador financeiro do HMRT, Juliano Francisco Bohn; o pastor da Igreja Evangélica Irmãos Menonitas; o pastor Luiz Alberto Pereira, da Igreja Irmãos Batistas; Jonnas Ittner, capelão Evangélico; e o pastor da Assembleia de Deus, Maikel Corrêa.

Na ocasião, foi deliberado pelo arquivo do projeto que estava em análise na Câmara de Vereadores. Porém será feito um cadastro dos pastores que tiverem interesse em fazer visitas aos membros de suas respectivas igrejas que estiverem hospitalizados, assim como da comunidade. Qualquer dúvida, os interessados poderão entrar em contato com o Pastor Adelcir ou com Nelson Heim.

Sobre o Projeto de Lei

De acordo com o Projeto de Lei, fica criado e garantido o livre e irrestrito acesso nos hospitais da rede pública e particular do Município, clínicas, policlínicas, centro de recuperação de dependentes químicos, casas de saúde, casas de passagem, entre outros setores de internação da rede pública e privada para o serviço voluntário de capelania hospitalar. Consta que os capelães deverão, em suas atividades, acatar as determinações legais e normas internas de cada instituição hospitalar, a fim de não pôr em risco as condições do paciente ou a segurança do ambiente hospitalar. A justificativa, conforme os autores é que o capelão é uma pessoa capacitada e sensível às necessidades humanas, dispondo-se a dar ouvidos, confortar e encorajar, ajudando o enfermo a lutar pela vida com a esperança em Deus e na medicina. Oferece aconselhamento espiritual e apoio emocional tanto ao paciente e seus familiares, como aos profissionais da saúde. É importante elo com a comunidade local. Desta forma, o objetivo em criar uma lei municipal para facilitar o acesso dos capelães às instituições de saúde do municipal, sejam estas públicas ou privadas. A capelania hospitalar poderá participar ativamente do processo de humanização do ambiente hospitalar.



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Créditos: Moira Porto Petrucci/Câmara de Vereadores Moira Porto Petrucci/Câmara de Vereadores
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