Jornal de Pomerode

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Projeto Prodetur+ Turismo em Pomerode

Ocorreu no último dia 17 de outubro, o encontro entre as equipes técnicas da Secretaria de Planejamento de Pomerode, da Secretaria de Desenvolvimento Urbano da cidade de Blumenau e do chefe do escritório técnico da imigração do Iphan, Marco Antônio Minozzo Gabriel

81cbb0eb02475f9f5771eb925a04c2a1.jpg Foto: Isadora Brehmer/Jornal de Pomerode

O projeto Prodetur+ tem por finalidade oferecer linhas de financiamento para projetos elegíveis e constitui um importante instrumento estruturador indutor no desenvolvimento e fortalecimento do setor Turismo.

Entre os oito eixos de atuação do programa de regionalização do Turismo, instituído pela portaria MTur nº 105 de 16 de maio de 2013, está o de infraestrutura turística, ao qual se insere nos projetos desenvolvidos pelos municípios de Pomerode e Blumenau.

Nesse sentido, ocorreu no último dia 17 de outubro, o encontro entre as equipes técnicas da Secretaria de Planejamento de Pomerode, da Secretaria de Desenvolvimento Urbano da cidade de Blumenau e do chefe do escritório técnico da imigração do Iphan, Marco Antônio Minozzo Gabriel.

O encontro permitiu a convergência de ideias e diagnóstico do projeto básico comum para a implantação da pavimentação da via de integração entre os bairros de Vila Itoupava, em Blumenau, e Wunderwald, em Pomerode.

Em consonância, foram debatidas a preservação do patrimônio histórico local e seu paisagismo. Segundo o Secretário de Planejamento, Jorge Hoge, foram feitas considerações em relação às possibilidades de revestimento e desenho a se propor para as vias de maior relevância histórica da Vila Itoupava. “A sugestão principal é que se tenha cuidado em relação às cores dos revestimentos das vias, assim como vem se estudando para o Conjunto Rural de Testo Alto. As sugestões incluem o uso de materiais de tom de marrom semelhante à cor do macadame, como o paver terracota ou pigmentação de concreto. Em relação à caixa da via, sugeriu-se que se alterasse o mínimo possível suas medidas, assim como foi citado o uso de mobiliário e equipamentos de sinalização discretos e de design minimalista, para não inferir no valor estético das edificações históricas”, finalizou.

 



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