Jornal de Pomerode


Petrobras anuncia nova elevação nos preços da gasolina e diesel

Nesta segunda-feira, 4 de setembro, a Petrobras comunicou uma nova elevação nos preços da gasolina e passa a acumular mais de 10% em poucos dias do mês de setembro. Após o fechamento de refinarias nos Estados Unidos, devido ao furacão Harvey.

40c8514294369a435fd311000a53f57f.jpg Foto: Reinaldo Canato/VEJA-A partir desta terça-feira, 05 de setembro, uma nova elevação de 3,3% na gasolina.

Nesta segunda-feira, 4 de setembro, a Petrobras comunicou uma nova elevação nos preços da gasolina e passa a acumular mais de 10% em poucos dias do mês de setembro. Após o fechamento de refinarias nos Estados Unidos, devido ao furacão Harvey, os valores de referência do combustível aumentaram na semana passada.

Segundo o comunicado, o novo reajuste foi decidido pelo seu Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP), que atua quando um novo reajuste nos combustíveis é necessário. Foi anunciado uma alta de 3,3% na gasolina a partir desta terça-feira, 5 de setembro. No diesel, o reajuste foi de 0,1%. Na semana passada um reajuste nos combustíveis já havia sido anunciado, sendo 4,2% e 2,7% para a gasolina e 0,8% e 4,4% no diesel.

A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgou dados que comprovam que o preço médio da gasolina, para o consumidor, atingiu o maior valor do ano na semana passada, com R$ 3,778 por litro.

Ainda segundo a ANP, o valor subiu em catorze dos estados brasileiros. Em média nacional, o reajuste de semana passada chegou a 0,13%. Em onze estados, o preço da gasolina recuou. No Paraná houve estabilidade.

Em nota, a Petrobras alega que o furacão Harvey foi uma das principais causas na mudança dos preços. “Na última semana, em face dos impactos do furacão Harvey na operação das refinarias, oleodutos, e terminais de petróleo e derivados no Golfo do México, os mercados de derivados sofreram variações intensas de preços", explica a estatal.

Especialistas já afirmavam que os efeitos do furacão deveria pressionar a Petrobras a novos reajustes, devido as promessas da estatal de não praticar preços abaixo da paridade internacional.

 



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