Jornal de Pomerode


Peru: do litoral ao Vale, um mundo de encantos

Com voos diretos de São Paulo e Porto Alegre, Lima é uma capital que parece estar cada vez mais perto dos brasileiros. Ainda que o principal destino seja Machu Picchu e as ruínas Incas, Lima e Cusco atraem a maioria dos viajantes por serem pontos de passagem e acabam surpreendendo quem decide ficar lá por uma ou duas noites, tornando a viagem mais rica e tranquila.

620b87ef58caad3a16b627a181fcfa5e.jpg Foto: Divulgação

Com voos diretos de São Paulo e Porto Alegre, Lima é uma capital que parece estar cada vez mais perto dos brasileiros. Ainda que o principal destino seja Machu Picchu e as ruínas Incas, Lima e Cusco atraem a maioria dos viajantes por serem pontos de passagem e acabam surpreendendo quem decide ficar lá por uma ou duas noites, tornando a viagem mais rica e tranquila.

Lima possui uma gastronomia intensa e variada, renomados chefs e um festival gastronômico mundialmente conhecido. A capital peruana foi também berço de Mario Testino, que fotografou Gisele Bündchen e Lady Di e hoje batiza o MATE, um dos novos e de bom gosto espaços culturais da cidade enevoada. Nos casarões coloniais do Centro, nas butiques de San Isidro ou nos barzinhos de Barranco, tudo tem um sabor único e próprio. Quando o sol supera a névoa e doura os penhascos do bairro Miraflores, avista-se o mar do Pacífico pontilhado de surfistas.

Distanciando-se do litoral, subimos a 3.400m de altitude para chegar a Cusco – uma charmosa cidade erguida no período colonial, que hoje mescla a cultura viva de dois povos, guardando, com orgulho, a beleza dos misteriosos sítios arqueológicos.

Milenares e misteriosas, as linhas de Nazca seguem intrigando quem as sobrevoa e, com um dos maiores lagos de altitude do planeta, a região do Titicaca, na fronteira com a Bolívia, impressiona por sua natureza e organização social.

No caminho para o Vale Sagrado e Aguas Calientes, a porta de entrada para Machu Picchu, observa-se a riqueza natural da transição do Peru Andino para o Peru Amazônico. As provas de que os Incas eram avançados em astronomia, engenharia, agricultura e logística estão por toda parte. Mas a beleza hipnótica de Machu Picchu eleva a civilização Inca a outro patamar. Existe, obviamente, uma motivação estética para a cidadela ter sido construída ali. E é isso que, nesse primeiro instante, vale a pena observar e sentir. 

Colorida, indígena, saborosa e feliz, Machu Picchu já havia entrado para a história muito antes de Cusco se tornar uma poderosa capital do século XV. Mochileiro ou não, a viagem até a cidade perdida dos Incas é inspiradora e energizante para todos.

Contemple a paisagem de altitude, caminhe pelas trilhas, aprecie a fauna, o sol, a lua, a brisa, as pedras, as trilhas. Faça seu destino final valer a pena!

#PartiuPeru?

Leticcia Francesca Pedrini Krahn - Consultora de Viagens



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