Jornal de Pomerode

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Pela proteção dos direitos de crianças e jovens

Conferência Municipal reúne cerca de 150 pessoas, para debater assuntos relacionados ao direito dos menores

8f47202ae6caff913f47775871fb0138.jpg Foto: Leonardo Borchardt/JP

Os desafios da luta pelos direitos da criança e do adolescente foram a pauta das discussões realizadas na V Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, realizada na sexta-feira, 31 de agosto, no Clube Pomerode. O tema central da conferência, em 2018, foi a “Proteção Integral, Diversidade e Enfrentamento de Violências”, e o evento foi promovido pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). O tema foi escolhido através de discussões em conjunto, e, também, por sugestões nacional e estadual.

O evento começou às 12h30min, com a abertura oficial e, em seguida, uma palestra magna. Os participantes puderam degustar um coffe break, antes do início dos trabalhos. Logo depois, foi feita a apresentação das deliberações da IV Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (2015) e a formação dos grupos de trabalho.

Os 150 participantes da Conferência foram divididos em cinco grupos de trabalho, que tiveram vários eixos de discussão, sendo eles: Garantia dos Direitos e Políticas Públicas Integrados e de Inclusão Social; Prevenção e Enfrentamento da Violência contra Crianças e Adolescentes; Orçamento e Financiamento das Políticas para Crianças e Adolescentes; Participação, Comunicação Social e Protagonismo de Crianças e Adolescentes; e Espaços de Gestão e Controle Social das Políticas Públicas de Promoção, Proteção e Defesa dos Direitos das Crianças e Adolescentes.

Ao fim dos trabalhos, houve a plenária final e a eleição dos Delegados para Conferência Estadual. Para o o coordenador do CMDCA, Rudi Voigt, a Conferência alcançou os objetivos propostos e a avaliação inicial é de que o resultado foi muito positivo. “Com tantos problemas que se tem, relacionados às crianças e aos adolescentes, é fundamental realizar discussões acerca deste tema. Por isso, a Conferência foi muito positiva. Estamos, inclusive, estudando formas de possibilitar a participação mais ativa de crianças e jovens nas discussões”, afirma.

Uma das formas de se fazer isso, segundo o coordenador, será abordando temas, como os discutidos na Conferência, para dentro das escolas, visando trazer, posteriormente, sugestões e fatos levantados pelas próprias crianças para as deliberações do Conselho.

“A partir daí, poderemos nos aprofundar e tomar novas decisões. Mas ainda há a intenção de pensar em mais maneiras de se ouvir as crianças e os adolescentes, para aperfeiçoar e ouvir a todos, conseguindo resultados ainda melhores”, finaliza o coordenador.

 



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