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Livro “O Casamento de Luíza” fala sobre imigração pomerana

História traz uma leitura sobre os costumes pomeranos da época da imigração e é o terceiro livro do autor sobre o tema. Formado em Letras e em Direito,Mildo Léo Fenner foi professor, jornalista e colunista de jornal em Cachoeira do Sul.

71db31e4de69ebfa4be7a5233c8490d7.jpg Foto: Divulgação

Depois de Charlote e Cartas para Rose, o advogado de Cachoeira do Sul, no Rio Grande do Sul, Mildo Léo Fenner está lançando, agora, o seu terceiro romance, intitulado “O casamento de Luíza”, novamente abordando o tema da imigração alemã e, em particular, a imigração pomerana. 

Formado em Letras e em Direito, Fenner foi professor, jornalista e colunista de jornal em Cachoeira do Sul. É proprietário, também, da recém-criada Editora Charlote, fundada em homenagem à personagem central do primeiro livro. No Jornal do Povo daquela cidade, escreve às sextas-feiras o blog dos Livros, falando sobre obras e escritores. 

O escritor destaca que este foi o primeiro livro lançado pela Editora Charlote. O projeto gráfico e criação da arte da capa foram desenvolvidos por Nathália Fenner, estudante  de Publicidade, que é filha do autor.  

O livro está custando R$ 34,00 e poderá ser adquirido pela internet, através do e-mail mildofenner@hotmail.com. 

A nova história 

Neste seu terceiro livro, novamente misturando ficção com realidade e apresentando como pano de fundo os costumes e o dia a dia dos imigrantes pomeranos, Fenner conta a história de Luíza, uma moça sensível e educada, que se apaixona por um soldado prussiano, acostumado a enfrentar a brutalidade das batalhas, que viera da Europa para defender o Brasil na Guerra do Paraguai. 

Luíza fica grávida e tem um filho com o soldado. Contra a vontade de seus pais, Luíza casa com ele em 1867, mas o casamento acabou não dando certo. “Este fato realmente aconteceu onde hoje é o município de Paraíso do Sul, na época distrito de Cachoeira do Sul (RS), e talvez tenha sido o primeiro caso de gravidez e divórcio entre os imigrantes”, relata o escritor.  O mais interessante, acrescenta ele, é que o final desta história, iniciada naquela época, aconteceu em 2015, há dois anos, o que também é verdadeiro.

Nos três livros, de acordo com o autor, a ideia é mostrar as pessoas daquela época como elas realmente eram, sem qualquer glamorização e excessos. 

Sobre o autor

Trabalha como advogado em Cachoeira do Sul há 29 anos. Também é editor da Editora Charlote. 

Teve passagem pelo Jornal do Povo daquela cidade durante quase 10 anos, onde foi revisor, repórter, colunista e editor-chefe, escrevendo, também, sobre cinema e livros.

Atualmente, escreve o blog Livros, postado às sextas-feiras no Jornal do Povo virtual, falando sobre literatura de modo em geral.

Formado em Letras, atuou como professor de Literatura e Português.

Deu aulas de Direito na extinta Faculdade de Economia (Faceca), em Cachoeira do Sul.

Trabalhou como assessor jurídico da 24ª. Coordenadoria de Educação e foi assessor de imprensa da Câmara de Vereadores. 

 



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Créditos: Divulgação Divulgação









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