Jornal de Pomerode

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Integração através da música

Pai e filho participam do maior encontro ao ar livre de bateristas das Amércas e relatam emoção de terem vivido estes momentos juntos

0dc53235024528781be130312b758cc3.jpg Foto: Divulgação

Durante o domingo, 19 de agosto, o Largo da Catedral, em frente à Catedral Metropolitana, no centro de Florianópolis, foi palco para a cultura, já que recebeu a 6ª edição da Orquestra de Bateristas, o maior encontro ao ar livre de bateristas das Américas e o terceiro maior do mundo, só perdendo para as Orquestras da China e do Reino Unido.

Ao todo, participaram do evento, 482 bateristas de todo o país, que tocaram alguns sucessos do rock juntos, e, entre eles, dois pomerodenses representaram nossa cidade. Leonardo Correa e o pai, Deoclides Correa, foram a Florianópolis para participarem do encontro. De acordo com Correa, esta é a segunda vez que o filho marca presença no encontro.

“Decidi participar novamente com ele porque é muito valiosa a experiência de estar em contato com todos os tipos de bateristas, incluindo idosos, mulheres, crianças, pessoas de todas as idades, além das amizades, das trocas de informações, de criar uma energia única que só quem toca bateria e está lá pode sentir”, ressalta o engenheiro. 

A palavra utilizada por Correa para definir o encontro é “espetacular”, pois foram muitas pessoas participando e assistindo, o que traz uma energia muito especial para quem está lá, tocando. “Também foi espetacular ver dois bateristas cegos tocando juntos, com a gente, não tem explicação a emoção de poder presenciar isso”, pondera.

Além das emoções vividas durante o evento, o pai destaca o aprendizado que ele propicia a quem dele participa, destacando a preparação necessária antes de tocar. “Você recebe os vídeos das músicas e tem que se preparar para chegar no dia e conseguir tocar no mesmo ritmo que outros. Então, existem os ensaios com o professor Cris, escutar sempre que possível a música, treinar em casa. E tudo isso ajuda na concentração, na coordenação motora, memória, na criatividade e no comprometimento com o resultado”, frisa.

Correa também destaca que, devido à correria do dia a dia, é difícil ter muitos momentos juntos e eventos como este podem ser uma oportunidade para curtirem a companhia um do outro.

“Também sou baterista e, desde pequeno, ele faz aulas de musicalização. Essa aproximação através da música é muito legal. Hoje ele me ensina muito mais (risos). Por exemplo, ele tocou músicas do AC/DC, Bon Jovi e Guns N’ Roses, enquanto eu toquei a música ‘Evidências’, de Chitãozinho e Xororó, para ver como tenho muito para aprender com ele. Então, é uma maneira divertida e, ao mesmo tempo, de aprendizado tocando bateria”, finaliza o pai.

 



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