Jornal de Pomerode


Experiências que agregam para a vida

Foi a partir de 2012, quando tinha 16 anos, que o pomerodense Jackson Siewert tornou-se membro oficial do Clube Cultural de Caça e Tiro XV de Novembro. Mas a relação com o clube começou muito antes desta data. Desde criança, ele sempre fez parte das atividades do clube, já que os pais e familiares eram sócios e, portanto, participavam frequentemente dos eventos do XV.

2ea87d8ecdf57f820fbfff3e6daa6bfd.jpg Foto: Divulgação

Foi a partir de 2012, quando tinha 16 anos, que o pomerodense Jackson Siewert tornou-se membro oficial do Clube Cultural de Caça e Tiro XV de Novembro. Mas a relação com o clube começou muito antes desta data. 

Desde criança, ele sempre fez parte das atividades do clube, já que os pais e familiares eram sócios e, portanto, participavam frequentemente dos eventos do XV. Siewert comenta que lembra de acompanhar os desfiles e participar deles em algumas oportunidades. “Quando, finalmente, participei do primeiro desfile, passou um filme na minha cabeça e senti uma imensa alegria em poder fazer parte daquele momento”, recorda.

Para que essa admiração pelo clube surgisse, ele afirma que os pais foram os maiores incentivadores, sempre levando-o junto para os eventos quando pequeno, e sugerindo que ele se tornasse membro oficial, já mais velho, sugestão que foi aceita por Siewert e que hoje, aos 21 anos, é tida como uma das melhores de sua vida. 

Isso porque ele já acumula diversas boas experiências relacionadas ao Clube, principalmente as conquistas nos esportes disputados nos CCT’s. Siewert conta que já conquistou o título de 1º Cavalheiro do Pássaro ao Alvo e que, hoje, ostenta o título de 2º Cavalheiro do Dado. “Uma das melhores experiências em se fazer parte de uma sociedade é desfilar na Festa Pomerana”, comenta Siewert.

Outro ponto que o membro do XV de Novembro destaca é a sensação de que está fazendo parte de uma história que já é rica, mas que, ainda, está sendo construída e que ele espera que continue por muito tempo. 

“É importante continuarmos com a cultura para que, um dia, possamos contar aos nossos filhos e netos como eram feitas as competições e as festas de hoje em dia, pois certamente daqui a alguns anos, as festas não serão da mesma maneira”, argumenta Siewert. 

Para ele, o mais importante é que os jovens valorizem estas experiências e, consequentemente, a nossa cultura, que é tão rica e tão admirada por todos que a conhecem.

 



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