Jornal de Pomerode

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Entre tecidos, linhas e agulhas, surge um novo festival

Primeira edição do Pomerpatch é sucesso de público e põe esta arte em evidência na região

5babbd84d8807cdcf82b5fa240e8141b.jpg Foto: Divulgação

A arte tomou conta do Centro Cultural de Pomerode no fim de semana, já que o local recebeu o Pomerpatch, o primeiro festival de patchwork da região. Entre os dias 23 e 26 de agosto, artistas e apreciadores desta expressão artística puderam conferir belos trabalhos e participar de diversas oficinas.

E o festival já começou com pé direito, já que, na primeira edição, o evento recebeu cerca de quatro mil pessoas circulando por sua estrutura, segundo a organização. Ao todo, foram realizadas 20 oficinas, entre aulas de patchwork à mão e à máquina, quilt à mão e à máquina, bonecas e bordado.

Para Natália Schumacher, uma das organizadoras, os trabalhos expostos foram o charme do evento. “O que mais chamou a atenção de todos foi a exposição de trabalhos. Tínhamos peças de pessoas de renome do mundo do patchwork fazendo parte da exposição, como Maria Ohara, Tiemi Maeda e Jane Selbach Leonetti”, afirmou.

A chuva de sexta-feira, dia 24, chegou a assustar as organizadoras, mas Natália revela que perceberam que, mesmo com o tempo adverso, as pessoas continuaram indo prestigiar. “A nossa avalição final é muito positiva. De todos os 17 expositores e das 10 professoras, tivemos só elogios e todos esperam pelo próximo evento. Claro, há um detalhe ou outro a melhorar, mas tudo fluiu muito bem. Dos visitantes, que foram do país inteiro, também tivemos só retornos positivos, mesmo com a chuva de sexta”, disse Natália.

Com o sucesso, é claro que Natália e as parceiras na organização, Margiana Schulz e Irina Theis e Souza, já possuem muitas novas ideias para outras edições, que devem acontecer, provavelmente, na mesma época do ano.

“Ter feito esta primeira edição do Pomerpatch foi realizador, algo que sempre almejei e que agora se tornou real. Nada seria possível se não houvesse tantas parcerias no caminho e claro, agradecer à Margiana Schulz, que foi meu braço direito na organização, e à professora Irina Theis e Souza, que trouxe as outras professoras”, finaliza Natália.

 



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