Jornal de Pomerode


Em nome de uma paixão

Cometer alguma loucura por amor é o que irá fazer a pessoa sentir que, algum dia, a sua vida valeu a pena. Foi o que fez a pomerodense Helene Fabiane Behling, de 36 anos, que deixou o marido e o filho, de três anos, em casa e se aventurou para ir ao show da banda americana Bon Jovi.

0ef7fbf697c22be6038f8b4dde020915.jpg Foto: Divulgação

Cometer alguma loucura por amor é o que irá fazer a pessoa sentir que, algum dia, a sua vida valeu a pena. Foi o que fez a pomerodense Helene Fabiane Behling, de 36 anos, que deixou o marido e o filho, de três anos, em casa e se aventurou para ir ao show da banda americana Bon Jovi, realizado no dia 19 de setembro, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. 

Ela é fã declarada da banda há cerca de 20 anos, sempre acompanhando a sua trajetória e seu sucesso. “A minha irmã era fã deles, então eu comecei a acompanhar junto a ela, mas com o tempo fui me apaixonando mais e mais. Então, desde o momento em que foi anunciado o show deles no Brasil, eu e a amiga que me acompanhou decidimos que tínhamos que ir, pois era uma oportunidade única que não poderíamos perder”, conta Helene.

O marido, Jefferson Scheidemantel, foi o principal apoiador da ideia e a incentivou a realizar seu sonho. Ele correu atrás de passagens para a excursão que iria a Porto Alegre e os dois fizeram uma espécie de acordo. Ela teve a chance de fazer essa loucura e, quando ele tiver a oportunidade de ver algum artista ou banda que goste muito, poderá fazer da mesma forma.

“Ele me apoiou desde o início e foi muito parceiro. Agradeço sempre por ter um marido como ele, que me entende e pensa na minha felicidade”, declara. 
Ela embarcou rumo à capital gaúcha à 00h50min e chegou à cidade por volta das 14h. No caminho, fez diversas amizades e encontrou conhecidos de Pomerode, formando um grupo maior, que foi ao show junto. Os portões abriram às 17h e eles procuraram entrar o quanto antes, para conseguir um local perfeito. “Ficamos bem em frente ao palco, em um local privilegiado, bem perto dos nossos ídolos”, revela a fã. 

Quando o show começou, a emoção ficou à flor da pele, segundo Helene. “Meus olhos estavam cheios de lágrimas durante boa parte do show. É uma emoção indescritível, poder vê-los tão perto de você. É algo surreal que só quem é muito fã pode entender e tentar imaginar”, pondera Helene. 

Porém, o momento de maior emoção ainda viria. Foi quando a banda começou a tocar os primeiros acordes do sucesso “It’s My Life”, pois, para a empresária, a música é como uma trilha sonora de sua vida, sendo fundo musical de vários momentos especiais pelos quais passou. Outro momento arrepiante, para ela, foi durante a apresentação de “Bed of Roses”, quando os músicos pararam de tocar e somente a plateia entoou a letra.

Depois da aventura, a caravana retornou a Santa Catarina na quarta-feira, dia 20, e Helene chegou em casa perto das 12h. “Foi extremamente cansativo, realmente uma maratona, mas, se perguntassem e se houvesse a oportunidade de reviver tudo, eu diria com certeza. Faria tudo da mesma forma, sem tirar nem pôr nenhum detalhe sequer”. 



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