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Daniela Zinke é prata em competição nacional das Apaes

A cidade de Canoas, no Rio Grande do Sul, entre os dias 03 e 08 de dezembro, foi sede da edição nacional das XXII Olimpíadas Especiais das Apaes. A delegação catarinense foi composta por 116 pessoas, entre atletas e dirigentes.

20f841931b8f79ac3505e2e1b4b186d6.jpg Foto: -Daniela Zinke, no pódio da Bocha Paralímpica BC1Divulgação

A cidade de Canoas (RS), entre os dias 03 e 08 de dezembro, foi sede da edição nacional das XXII Olimpíadas Especiais das Apaes. O evento, de iniciativa da Federação Nacional das Apaes, Federação das Apaes do Estado do Rio Grande do Sul e da Apae de Canoas, reuniu alunos de todo o Brasil, que competiram nas modalidades Atletismo, Basquetebol, Futsal, Futebol de Sete (Society), Ginástica Artística, Ginástica Rítmica, Handebol, Natação, Tênis de Mesa, Capoeira e Bocha. A delegação catarinense foi composta por 116 pessoas, entre atletas e dirigentes.

E foi justamente na Bocha Paralímpica que Pomerode esteve presente no pódio, mais uma vez, com Daniela Zinke, de 14 anos. Representando a Apae de nossa cidade e o Médio Vale do Itajaí, na classe BC1, a atleta conquistou a medalha de prata, competindo com atletas muito mais experientes de todas as idades e segmentos. “Quero parabenizar a Daniela e a auxiliar no jogo, sua mãe Iraci Bauke Zinke, pelo belíssimo resultado obtido no Rio Grande do Sul, nesta última competição de 2018. Também agradeço, principalmente, a Deus e a todos envolvidos, como a Funpeel e Apae de Pomerode, que fizeram deste, um ano cheio de conquistas”, ressalta Ilsani K. Baptista, coordenadora do paradesporto pomerodense.

Já para Lorena Starke Schmidt, presidente da Federação das Apaes de Santa Catarina (Feapaesc), o sentimento é de dever cumprido. “Em nome de todas as Apaes catarinenses, queremos parabenizar a cada um de vocês, atletas e professores. Saibam que todos nós, membros do nosso movimento ‘apaexonado’, agradecemos a cada um que se locomoveu para defender o nosso Estado. Podem colocar um grande sorriso no rosto, pois todos vocês são, para nós, vencedores”, destaca.

 

O SENTIMENTO DE MÃE - Além de acompanhar a filha nas competições, Iraci é uma das maiores incentivadoras, pois o esporte é uma das formas de Daniela superar os seus limites e ter maior inserção na sociedade, uma vez que sofre de Paralisia Cerebral. “Ela pratica a Bocha Paralímpica desde 2013 e vem se destacando muito bem, nas competições, conquistando diversas medalhas. Tudo isso, para mim, é muito gratificante e eu fico feliz por seu desenvolvimento pelo esporte. Além disso, temos a chance de conhecer pessoas com as mesmas dificuldades e poder trocar ideias e experiências”, relata.

A rotina de treinamentos compreende uma hora semanal, com a professora, mais as horas que pratica em casa, junto à família. “Tudo isso a beneficia muito, principalmente, na questão da sua autoestima, pois esta está fazendo algo que gosta e sendo reconhecida por isso”, comenta Iraci.

Por fim, a mãe agradece a todos que sempre as apoiam, mas faz um pedido para o ano de 2019. “Todos sabemos que a parte financeira conta muito, pois são muitas viagens, despesas etc. Por isso, fica um pedido da família para que, no próximo ano, algum patrocinador, se quiser investir na Dani, será muito bem-vindo. Ela tem muito potencial e está mostrando isso, através das suas conquistas. E o mais importante: se sentido cada vez mais especial”, finaliza.



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