Jornal de Pomerode


Intercambista japonês relata sua experiência conhecendo Pomerode e o Brasil

Experimentar uma cultura completamente diferente da sua foi o objetivo de Haruto Shiga, de 17 anos, vindo do Japão para fazer um intercâmbio no Brasil, mais especificamente, em Pomerode. Ele está hospedado na casa da família Dallabona, cujo filho, Héctori, já havia ido ao Japão.

8eb876f57f8541b25fea1d9b23589f99.jpg Foto: Matheus Martins/JP

Experimentar uma cultura completamente diferente da sua foi o objetivo de Haruto Shiga, de 17 anos, vindo do Japão para fazer um intercâmbio no Brasil, mais especificamente, em Pomerode. Ele está hospedado na casa da família Dallabona, cujo filho, Héctori, já havia ido ao Japão em outra oportunidade, portanto, a adaptação seria mais fácil. 

Ele ficará aqui por dez meses e sua maior dificuldade nos 60 dias que está no Brasil é o idioma, pois ele fala e entende pouco do português, recorrendo ao inglês para falar com a maioria das pessoas. Mas, mesmo com as dificuldades, ele afirma que está gostando de passar esse tempo no Brasil. 

O intercambista está estudando no Colégio Sinodal Doutor Blumenau e conta que já fez diversas amizades lá, que todos foram muito simpáticos. De acordo com Shiga, este foi um dos motivos que o fizeram escolher o Brasil, as pessoas serem consideradas amigáveis no exterior. 

“Eu achava o Brasil perigoso. Mas Pomerode é segura e tranquila, diferente do Rio de Janeiro, que é um lugar perigoso”, comenta. Porém, mesmo tendo essa opinião, ele revela que sente vontade de visitar o Rio de Janeiro e conhecer o famoso Cristo Redentor, cartão postal da cidade.

Além de Pomerode, ele já teve a oportunidade de conhecer cidades como Blumenau e Itajaí, também visitando algumas praias do nosso estado. 

Quando questionado sobre o que há de diferente, para ele, entre o Brasil e o Japão, ele logo fala sobre a segurança, que aqui é bem mais perigoso. “Aqui a polícia anda com armas na mão. Lá no Japão não acontece isso”, comenta o intercambista.

Acostumado a uma culinária diferenciada, o estudante fala com entusiasmo sobre o churrasco, que experimentou aqui no Brasil e adorou. Outra característica nossa que agradou o rapaz foi a música. Rindo, Shiga conta que gostou muito do ritmo do funk. 

Embora de esportes brasileiros ele conheça somente o futebol, no Japão, o oriental é atleta e pratica Kêndo, uma arte de combate com a espada, que em tradução literal significa “caminho da espada”.



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