Jornal de Pomerode

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A singela alegria de dançar

Integrante do Grupo Folclórico Alpino Germânico relata a felicidade em fazer parte dele. Confira mais uma matéria do Especial de Comemoração aos 50 anos do Alpino Germânico

64940fc8663276ec1b5181abc9bd6046.jpg Foto: Daniel Zimmermann

Com quase duas décadas de dança, Cristian Hermann Jaepelt é o integrante com mais tempo de casa no Grupo Folclórico Alpino Germânico. O dançarino conta que, quando entrou no grupo, no ano de 1999, não esperava ficar tanto tempo, mas foi lá que encontrou uma família unida, que esbanja alegria. Além de dançarino, Cristian, mais conhecido como Kiko, também é empresário. Ele afirma que a experiência da dança lhe trouxe uma bagagem de responsabilidade que, hoje, utiliza na rotina de atuação. “A pintura que faço nos carros necessita de leveza e perfeição, e a dança me trouxe isso. Amo o que eu faço, amo a pintura e amo a dança”, afirma.

A participação no grupo foi incentivada por amigos que, então, dançavam no grupo e eram velhos conhecidos do Jeep Clube e dos bailes. Diversas vezes foi chamado para dançar, mas decidiu participar do grupo folclórico depois de um encerramento em que conheceu os outros integrantes e se encantou pela união que ali encontrou. Ensaiando duas vezes por semana com o ex-coordenador, Wilmar Woide, mais conhecido como Rauli, teve que aprender rápido o sapateado e estar pronto para a Festa Pomerana de 2000, na qual, dançou sua primeira música no grupo. 

Ao ser perguntado sobre o que mais gosta no grupo, responde, com um sorriso frouxo, que não sabe, pois são tantas lembranças e momentos que acaba sendo difícil de mencionar. O grupo lhe trouxe oportunidades como a de voar, pela primeira vez, de avião, conhecer novos lugares, como Brasília, e fazer amizades a cada nova apresentação. Entre todos os espetáculos e viagens, a que mais o marcou foi para a Alemanha, em 2011, na qual, com muito esforço na venda de rifas, pastéis e cuca, o grupo conseguiu juntar o dinheiro para, novamente, se apresentar na maior festa da cerveja no mundo, a Oktoberfest de Munique.

Para quem estiver interessado em entrar no grupo, Jaepelt diz para não ter medo e ir firme na decisão, pois a vivência ajuda na formação das pessoas, enquanto seres humanos e traz felicidade. “Quando eu danço, coloco toda minha alegria para fora. Parece que estou em outro lugar e esqueço de todos os problemas. Não me vejo fazendo outra coisa”, completa Kiko. 

 



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