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A cada ano, um novo desafio

Desafios são feitos para serem superados. Tanto que um gaúcho todo ano volta às suas origens, para poder se reconectar com o seu passado e, com isso, desafiar-se. O advogado Tarcísio Geroleti da Silva participou, mais uma vez, da Travessia Torres Tramandaí.

85ba32c03f917d900ca8fb98cffc1089.jpeg Foto: Divulgação

Desafios são feitos para serem superados. Tanto que um gaúcho, mas com alma pomerodense, todo ano volta às suas origens, para poder se reconectar com o seu passado e, com isso, desafiar-se. Estamos falando do advogado Tarcísio Geroleti da Silva, que no dia 26 de janeiro participou, mais uma vez, da TTT - Travessia Torres Tramandaí, corrida de 82km, pelo litoral gaúcho, que reuniu mais de três mil atletas.

Só que nesta 15ª edição, o desafio foi um pouco maior. Geroleti, juntamente com o parceiro Fernando Rufino, bombeiro militar, resolveu encarar o percurso em dupla, em forma de revezamento. “Ano passado, quando corri em quarteto, já sentia aquela vontade de buscar algo diferente. Eu olhava os atletas que corriam em duplas, ou até mesmo ‘solo’, e pensava que isso poderia ser ainda mais desafiador. Essa foi a minha motivação, o que tornou o resultado mais gratificante.  Quando você corre e nota que ainda há desafios a serem superados, você vai se estimulando e despertando o interesse. E foi o que eu fiz”, conta o advogado.

Segundo ele, a preparação foi tão difícil quanto a prova. “Nos treinos de fim de semana, muitas vezes, eu fazia dois ou três percursos de corrida no mesmo dia. Apesar de desgastante, foi extremamente adequado, pois me preparou para os desafios da TTT”.

A dupla terminou o percurso em 7:07’44”, na 19ª posição, entre mais de 70 inscritas. “A prova de 2019 foi mais difícil do que a do ano passado, em função da altas temperaturas. Mesmo na beira do mar, não havia vento, o que aumentou, ainda mais, a sensação térmica”, relata Geroleti, que enumera outro ponto crítico da prova. “No dia anterior, fizemos uma checklist pelos pontos onde nos revezaríamos. No entanto, houve um desencontro em um desses pontos, durante a prova, o que fez com que eu corresse uns cinco quilômetros a mais do que o previsto”.

Mas, com o apoio da família, os corredores puderam concluir a prova e desfrutar de bons momentos na chegada. “A família é o nosso combustível e sem o apoio deles, com certeza, não teríamos conseguido. Por exemplo, minha esposa Alessandra foi nossa piloto; minha filha Ana, a copiloto; e o irmão do Rufino conduziu a moto, para os pontos com mais congestionamento. Por isso, cruzar a linha de chegada e pegar aquela água gelada, me deu uma sensação de extremo alívio. Você se sente recompensado por todo o esforço dispensado”, finaliza.



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