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Na Ponta do Lápis - 28/11

Inflação abaixo de 4%
Os economistas das instituições financeiras reduziram a estimativa de inflação para 2018, que voltou a ficar abaixo de 4%, e também elevaram a previsão de crescimento da economia.

As expectativas constam no boletim de mercado, também conhecido como relatório “Focus”, divulgado na segunda-feira, dia 26, pelo Banco Central. O relatório é resultado de levantamento feito, na semana passada, com mais de 100 instituições financeiras.

Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, o mercado financeiro reduziu a previsão de 4,13% para 3,94% para este ano. Foi a quinta queda seguida deste indicador. Desde junho deste ano que a estimativa do mercado não ficava abaixo de 4% para 2018.

Desigualdade de renda para de cair no Brasil

A desigualdade de renda no Brasil ficou estagnada em 2017, pela primeira vez nos últimos 15 anos, segundo relatório divulgado na segunda-feira, dia 26 pela Organização Não Governamental Oxfam. Com isso, o Brasil subiu um degrau no ranking mundial de desigualdade de renda, passando a ser o 9º país mais desigual.
De acordo com a entidade, desde 2002, o índice de Gini da renda familiar per capita vinha caindo a cada ano, o que não foi observado entre 2016 e 2017, quando ficou estagnado em 0,549 (quanto mais próximo de zero, menor a desigualdade).

No relatório, intitulado “País Estagnado”, a Oxfam aponta, ainda, que entre 2016 e 2017 o Brasil se manteve no mesmo patamar do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), seguindo na 79ª posição em um ranking de 179 países. O indicador com maior impacto negativo foi o de renda, que registrou queda, sobretudo, nas menores faixas.

Corte de R$ 2,3 bilhões 

O governo federal anunciou na quinta-feira, 22 de novembro, um corte de R$ 2,3 bilhões no Orçamento, para conseguir cumprir a meta fiscal de 2018.
A informação consta do relatório bimestral de avaliação de receita e despesas da União, divulgado pelo Ministério do Planejamento.

A meta estabelecida pelo governo para este ano permite um déficit primário (despesas menos receitas, sem considerar a despesa com o pagamento de juros) de até R$ 159 bilhões. No entanto, os cálculos atuais apontavam para um “rombo” de R$ 161,359 bilhões. Por isso, há a necessidade de contingenciar recursos do orçamento.



Publicado em 28/11/2018 - por Jornal de Pomerode

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