Jornal de Pomerode

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Coluna do Mani - 26/01

Grande conquista!

Nesta semana, a Amazon, gigante americana de vendas por internet e líder no segmento de vendas, lançou oficialmente a venda, no Brasil, de brinquedos e outros. Começaram com livros no país e, aos poucos, estão ampliando o leque de opções para os clientes brasileiros. 

E, com muito orgulho, a Maral Indústria e Comércio de Brinquedos, de Pomerode, está entre os fornecedores. 

Venho parabenizar esta tão importante empresa de nossa cidade por mais essa conquista e desejo, ainda mais sucesso. 

Parabéns, Maral! 

Alejandro F. Schwörer, Élida L. Schwörer, Camila Lemos e Martin Schwörer, diretores da Maral

Para melhor atender

Sempre inovando na proximidade com os clientes e na forma de melhor atender, a Unicred Vale Europeu tem novidades. 

Agora, a instituição financeira conta, também, com um grupo no WhatsApp, aplicativo de mensagem instantâneas, no qual os usuários receberão informações utéis e exclusivas. 

Mas, calma aí, fique tranquilo, no grupo, você só poderá receber mensagens da Unicred. 

Muito bacana, né? 

Posse de armas

Nesta quinta-feira, dia 24, encerramos a enquete, via redes sociais, que questionava a opinião da população quanto a medida presidencial que quer flexibilizar a posse de armas. 

Os resultados foram bastantes supreendentes. 

Foram registrados 377 votos, dentre eles 286 se posicionando a favor da medida, ou seja, aprovando, e 91 usuários contra, desta forma, desaprovando o posse de armas. 

Entres os comentários do post, muitos defenderam seu posicionamento - como já comentado, nesta coluna, anteriormente - baseados em suas próprias convicções. 
Alguns destes comentários chamaram minha atenção. 

Foi, novamente, levantada a pauta sobre o preparo do país para ter cidadãos armados e, ao mesmo tempo, questionada a capacidade do estado de oferecer segurança a população, tendo em vista os indices de violência registrados no país. 

Seguindo em frente, um dos comentários se preocupava com o custo de um arma. 

Além desses, um outro internauta, na rede social, comentou que quem desaprova, não deve ter, porém, não deve interferir no direito de quem quer ter. 
Agora, o que mais me chamou a atenção não foi somente os comentários e, sim, o respeito que houve no debate. Por mais que houvesse alternância de opiniões, todas elas foram devidamente  respeitadas!

Nome social  nos serviços públicos

Na tarde desta última terça-feira, dia 23, em vídeo publicado nas redes sociais, o governador do estado Carlos Moisés anunciou nova decisão quanto ao decreto do nome social nos serviços públicos de Santa Catarina. Após vetar o projeto de lei, de autoria do deputado Cesar Antonio Valduga, do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), aprovado na Assembleia Legislativa (Alesc), que permitia o uso do nome social, Moisés anunciou um decreto que regulamenta a prática. 

Logo no início de seu mandato, no dia 14, o governador vetou a proposta por inconstitucionalidade. 

Uma semana depois, mudou de ideia. No vídeo, ao lado de uma intérprete e do defensor dos direitos da comunidade LGBT e presidente da Associação dos Escrivães da Polícia Civil (Aepol), Paulo Roberto Cardoso Andrade, o governador explicou que “entre o início da tramitação do projeto (de Valduga) na Assembleia (em 2017) e a aprovação, o ex-presidente da República, Michel Temer, editou um decreto (nº 9.278/18) para que as carteiras de identidade possam abranger o nome social”.
O decreto deve ser assinado nesta próxima semana. 

E você, o que acha? 

Saldo positivo

De acordo com dados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira, 23, a economia brasileira voltou a gerar empregos com carteira assinada em 2018, após três anos seguidos de demissões. No ano passado, ao todo, foram abertas 529.554 vagas formais. O número representa a diferença entre as contratações (15.384.283) e as demissões (14.854.729) feitas em 2018.

Este também é o melhor resultado, para um ano fechado, desde 2013, quando foram abertas 1.138.562 vagas de emprego com carteira assinada.

O Brasil fechou o ano passado com um “estoque” de 38,39 milhões de empregos formais existentes. Em 2017, este mesmo saldo de empregos formais estava em 37,86 milhões de vagas. O resultado é o melhor registrado desde 2015, quando 39,20 milhões de pessoas ocupavam empregos com carteira assinada.

De acordo com os números do governo, sete dos oito setores da economia abriram vagas no ano passado. O setor de serviços foi o que mais abriu vagas, e a administração pública foi o único setor que demitiu trabalhadores.

Que notícia boa para todos nós brasileiros. Que as vagas continuem a crescer tanto economicamente e quanto socialmente. 



Publicado em 25/01/2019 - por Mani Goede

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